quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Os Castros Venceram? A Oposição a Obama Responde. E eu também.



Vamos ouvir a opinião da oposição ao governo Obama sobre o acordo dos Estados Unidos com Cuba, na pessoa do senador Ted Cruz. Depois eu dou a minha própria opinião.

Cruz tem se destacado na sua firmeza contra o presidente Obama e tem celebrado as vitórias recentes do seu partido nas eleições parlamentares. Meu candidato a governo americano não seria ele, mas certamente, ele tem força popular para pleitear ser candidato a presidente.

Os dissidentes cubanos estão muito tristes com o acordo dizendo que os Castros venceram depois de anos de opressão. A opinião é compartilhada por Cruz.

Cruz deu uma entrevista para o canal Fox News sobre o acordo divulgado hoje entre Cuba e Estados Unidos que teve apoio do Canadá e do Papa Francisco. Este acordo pode acabar gerando o fim do embargo econômico a Cuba.

Aqui vão os pontos de argumentação de Cruz. Infelizmente, eu não consegui baixar o vídeo da entrevista, cliquem aqui para assistirem,  se quiserem. Cruz argumentou que:

1) Governo Obama, com o acordo com Cuba, segue o que vem fazendo há seis anos. Obama vem abandonando aliados (Reino Unido, Israel) e satisfazendo inimigos (Rússia, Irã e agora Cuba).

2) Cuba estava desesperada sem ajuda financeira quando seu principal aliado, Venezuela, vive uma crise econômica gigantesca. É nesse hora que Obama aparece para socorrer os ditadores cubanos que oprimem o povo há décadas.

3) O embargo econômico não trouxe democracia para Cuba, mas serve para limitar o impacto da ditadura cubana no mundo.

4) Obama em seu discurso culpou os Estados Unidos pela situação de Cuba. citou a tentativa de invasão da Baía dos Porcos, mas não mencionou em nenhum momento a Crise dos Mísseis  que quase levou o mundo a uma guerra nuclear. Cuba ia instalar mísseis soviéticos há poucos quilômetros dos Estados Unidos.

5) A doutrina do Obama é: "blame America first". Culpe primeiro os Estados Unidos. Os irmãos Castros é que são ditadores e Obama, o próprio presidente dos Estados Unidos, culpa os Estados Unidos.

6) Eu respeito o Papa Francisco, mas Obama deve defender os princípios americanos e não ditadores.

7) Há motivos para celebrar este acordo, no entanto, pela liberação do americano Alan Gross do regime opressor castrista.

8) Obama, porém, está libertando espiões cubanos. Isso é ruim para a soberania americana.

9) Obama tentou satisfazer Putin, tirando mísseis da Polônia, e Putin se tornou inimigo ainda mais forte dos Estados Unidos. Obama tentou satisfazer o Irã, e eles continuam falando em nos destruir.

10) Obama, pelas suas próprias palavras, segue o método "leading from behind" (liderando de trás). Os Estados Unidos abandona a liderança do mundo, e vemos a Ucrânia em chamas e muito mais.

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O que eu acho da opinião de Cruz?

Bom, é límpido que Obama, apesar de presidente dos Estados Unidos, detesta tudo que representa os Estados Unidos, desde a constituição americana até o poderio militar americano. Obama é um inimigo dos princípios americanos dentro do salão oval da presidência.

A diplomacia de Obama é um desastre? Sem sombra de dúvida.

Obama tem popularidade muito baixa, por conta de inúmeros erros, e está em fim de governo. O acordo pode estimular os apoiadores de Obama. Cuba precisa de ajuda financeira. Os Castros e Obama se ajudam.

Sobre Cuba, o embargo econômico dos Estados Unidos não justifica a pobreza do país e sim a ditadura opressora dos Castros que rouba Cuba há décadas. O embargo não é o problema. Cuba é aberta a todos os outros países. E o embargo foi muito aliviado durante o tempo.

Além disso, Venezuela, Rússia e China não sofrem embargo e são inimigos vorazes dos Estados Unidos.

Mas o embargo limitou a força econômica de Cuba? Acho que sim. Foi importante para pressionar os Castros? Não sei determinar isso.

Cuba precisa de um novo padrinho depois da Venezuela? Certamente.

E sobre o Papa Francisco? Não sei até que ponto ele foi importante. E como ele costuma ter um pensamento esquerdista, deve acreditar que o embargo é o que impede o desenvolvimento de Cuba. Cruz fugiu da crítica ao Papa.

Qual será o resultado do acordo? Os Castros venceram?

Não dá para dizer agora. Os Castros são moribundos, mas depois de décadas de roubo e opressão estabeleceram um método político perverso na ilha. O dinheiro que pode vir dos Estados Unidos pode alimentar ainda mais uma ditadura. Mas também o respiro de liberdade que pode vir dos Estados Unidos pode estimular o fim da ditadura.

E Cuba pode ainda trazer sérios problemas aos Estados Unidos? Claro que sim. Basta manter aliança com Irã, Rússia...

Veremos.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Al-Azhar: Terroristas do Estado Islâmico não São Infiéis. São sim Islâmicos.


Os líderes políticos e religiosos (como o Papa Francisco) do mundo cristão chamam o Estado Islâmico de extremistas, fundamentalistas e no máximo de terroristas. Evita chamar o Estado Islâmico de Islâmico. Por que?

A Universidade Al-Azhar é a mais antiga e mais importante universidade islâmica do mundo. Suas opiniões têm força política internacional sobre os muçulmanos. Por exemplo, quando o Papa Bento XVI discutiu fé e religião no Discurso de Regensburgo, argumentando sobre as fragilidades dos preceitos do Islã, a Universidade cortou relações com o Vaticano, que depois foram reatadas, depois que o Papa Bento XVI disse que foi um mal-entendido, pedindo desculpas. A Universidade age como um líder islâmico sunita mundial, em uma religião cheia de diversos líderes religiosos.

Recentemente, a universidade discutiu se o Estado Islâmico era ou não representante do Islã, se os membros do Estado Islâmico eram ou não infiéis. Muitos políticos ocidentais e até a Igreja Católica deseja que o Estado Islâmicos seja declarado anti-islâmico, um não representante da religião muçulmana. Apesar do Estado Islâmico sempre mencionar o Alcorão e os feitos de Maomé nas suas decisões.

E o que disse a Al-Azhar? Ora, que o Estado Islâmico não é infiel, faz parte sim da religião muçulmana. 

Será que isto irá silenciar os políticos e líderes religiosos cristãos que insistem na estupidez de dizer que o Estado Islâmico não é Islâmico?

Ayman Ibrahim falou muito bem sobre esta decisão da Al-Azhar e gostaria de perguntar a Al-Azhar se os cristãos seriam infiéis, em relação ao Islã. 

Os cristãos, assim como os judeus, são o “Povo do Livro”, Noé, Abraão, Moisés e Jesus também são profetas do Islã (apesar de serem descritos de forma bem diferente no Alcorão). Mas o Alcorão também os define como infiéis e manda persegui-los.

Se a Universidade AL-Azhar declarar que os cristãos são infiéis irá acelerar o genocídio dos cristãos no mundo muçulmano. Se declarar que não são fiéis talvez ajude aos cristãos, mas irá de encontro a passagens do Alcorão.

O que fazer? Ora, silenciar.

Leiam o excelente de Ibrahim no site da First Things.



terça-feira, 16 de dezembro de 2014

150 Anos do Sílabo dos Erros e o Problema da Popularidade


Na semana passada, dever-se-ia comemorar os 150 anos do Sílabo dos Erros (ou Syllabus dos Erros) elaborado pelo Papa Pio IX em 1864. Mas não vi nada no Vaticano. Vi apenas alguns sites católicos relembrando a data e um texto do Padre Alexander Lucie-Smith no jornal inglês The Catholic Herald.

Talvez a razão do silêncio seja o último erro descrito pelo Sílabo, o erro 80, que condena aqueles que dizem que a Igreja deve se guiar pelo progresso humano e pelo liberalismo.  O Papa Francisco é um representante orgulhoso do Vaticano II, que procurou muitas vezes se guiar por este erro. A celebração levantaria certamente esta questão. Ou do erro 3, que condena quem diz que razão humana sozinha pode encontrar Deus, não se precisa da graça divina. O Papa Francisco disse que a “consciência” sozinha podia. Ou dos erros 4, 5 e 6..., que acham que a Revelação Divina precisa da razão humana para se aperfeiçoar. Ou do erro 11, que diz que a Igreja deve se afastar da filosofia. Ou do erro 12 que diz que a Igreja impede o avanço da ciência. Ou dos erros 15 e 16, que defendem o relativismo religioso. Leiam todo o Sílabo.

Guiar-se pelo progresso humano é uma tentativa de tornar a Igreja mais popular, mais democrática. Mas isso abre as portas para heresias e para o abandono do próprio Cristo.

A busca da popularidade é um perigo. Escraviza. Aquele que possui popularidade muitas vezes faz qualquer para mantê-la.

Recentemente, eu vi uma pesquisa depsicologia que mostra justamente isso. Os mais populares, aqueles que dizem sim, bonzinhos, são mais propensos a cometer atrocidades, do que aqueles que estão prontos para dizer não.

Certa vez, eu fui incluído sem pedir em um grupo de amigos do whatssapp. Eram amigos de infância, há muito tempo não os vejo, não sei como está a vida deles, teria em prazer em me aproximar de alguns. Então, de princípio, aceitei participar do grupo e comecei uma pequena interação pelo whatsapp.

Mas meu celular começou a apitar inúmeras vezes durante o dia e mesmo durante a madrugada e a imensa maioria das mensagens eram inúteis, como o “kkkkkkk” para dizer que estava rindo. Outras eram redundâncias em cima do mesmo tema. E pior, eu percebi que não conseguia me comunicar com ninguém, pois as mensagens eram adicionadas e se perdia o fio da conversa. Então, eu disse que queria sair com apenas três dias de participação do grupo. Eu tinha sido uma pessoa até certo ponto popular na minha infância, início da adolescência, mas há muitos anos, eu tinha percebido como tinha cometido erros no processo, e há muito tempo eu tinha aprendido o valor do não. Justifiquei minha saída de forma sincera. Disse que eu estava recebendo muitas mensagens, que não gostava disso, por isso não participava de facebook ou do twitter.

Espero que a Igreja exalte o valor do Sílabo dos Erros do Papa Pio IX.

E reconheça o perigo da popularidade. As revistas Time ou Rolling Stone não impulsionam a Doutrina Católica, pelo contrário. E que a Igreja relembre que ela não é uma democracia.


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Nova Cruzada contra Muçulmanos. Será Possível?


Por que o mundo cristão não estabelece uma cruzada para proteger os cristãos que sofrem genocídio por muçulmanos? Motivos para uma cruzada não faltam. Se lemos os motivos que levaram os papas Gregório VII (que não conseguiu conceber a cruzada) e o Papa Urbano II (que estabeleceu a cruzada em 1095) a defender uma força militar contra os muçulmanos na Palestina, vemos que eles relatam o que está acontecendo atualmente. Os turcos seljúcidas ou muçulmanos árabes de hoje são o ISIS, al Qaeda, Nusra Front, Boko Haram, etc.

Mas fale a palavra Cruzadas e você verá um esquerdista saltitar gritando desesperado.

Eu sou um leitor voraz sobre as Cruzadas. A primeira recomendação que dou é: esqueçam os livros escolares sobre o assunto. Os livros de escola são dominados pelo esquerdismo. Nao se aproveita nada. Quer ler sobre Cruzadas? Procure especialistas. Leia qualquer livro de Jonathan Riley-Smith, qualquer livro dele. Não conheço ninguém melhor. Também há um ótimo livro que resume muito bem, é de Thomas Madden.

As Cruzadas não eram guerras colonialistas, nem guerra santa, não procurava converter muçulmanos. Eram na sua formação guerra defensiva para defesa da peregrinação cristã. Mas em 700 anos de história pode-se encontrar guerra para converter, como a cruzada contra eslavos, e luta entre cristãos por terra.

As Cruzadas nem sempre foram contra muçulmanos. E nem sempre na Palestina.

Sem as Cruzadas, não teríamos Brasil. Foram os cruzados a caminho da Palestina que libertaram Lisboa dos muçulmanos e permitiu ao rei Afonso I fundar Portugal. Sem as Cruzadas também não teríamos Espanha e consequentemente não teríamos America Latina.

Mas o Padre John McCloskey resolveu sugerir uma nova Cruzada contra os muçulmanos hoje em dia.

Ele usou o artificio de que seria uma sugestão de Hilaire Belloc. Pensador católico que previu a ressurgência do Islã.

Vejamos o ótimo texto do Padre McCloskey publicado no The Catholic Thing, que é um excelente site.

Leia parte do texto do padre McCloskey abaixo. Para ler todo, clique no link. Estou com problemas para editar este post e sem tempo para traduzir.

A Spirited Visitor

By Fr. C. John McCloskey


 My old friend Hilaire Belloc spoke to me from heaven, where the Catholic sun doth shine and there is no need of plenty of wine. I was delighted to see him, even though he interrupted a fine sleep to communicate some suggestions to me and my confreres on how to handle the current threat to the civilized world posed by resurgent and aggressive Islam.
As many readers of The Catholic Thing already know, Belloc predicted that Islam would return as a major world threat, this time even more dangerous and armed with weapons of mass destruction, posing a serious challenge to the decadent West, which no longer even procreates at levels that replace its population. Over time Islam may well win the battle against the West via procreation, without firing a shot.
We cannot let that happen, and so Belloc told me to pass this warning on to you, in addition to making some additional suggestions.
His fellow heaven-dweller GKC frequently argued that, of course, what is most important is prayer! Nevertheless, we must also defend ourselves – as well as the innocents now being slaughtered in the name of false gods and the prophet Mohammed.
Regarding the West and the whole question of militant Islam (including the Islamic State, the crisis in the Middle East, and ongoing persecution of Christians by “ISIS” and other terrorist groups), what can we heirs to Christian civilization do? What is the Christian response to be if we are to save what is left of the West, so that it might rise again?
Naturally, I turned to my otherworldly expert for advice on how the West should counter present-day Islamic aggression.
First, as a good Catholic Belloc, urged that the NATO nations and other countries willing to pitch in should come up with and immediately implement a rescue plan to offer humanitarian asylum to all endangered Christians (and peaceful members of other religions facing Islamic persecution).
Second, Belloc envisioned all European countries of Christian origins, including Russia (though this is a long shot in the current geopolitical situation), and their erstwhile colonies that are Christian, including Latin America, forming a coalition of armed forces to attack and destroy the forces of the Islamic State and its allies and lookalikes.
He cautioned that, of course, such a coalition should strictly abide by just-war principles – among other things, by stopping short of the use of nuclear weapons and other WMDs, giving warning of attacks, and doing everything possible to save innocent lives and civilians.
Next, Belloc the historian referred to an era of European history now widely vilified, but (despite lapses) worthy of present-day emulation. He argued (also a long shot) that if the Islamic nations were signing on for jihadism, bent on killing and maiming, we of the West should once again don the Crusader’s cross, seeking from Pope Francis the customary plenary indulgence and the blessings of our separated Christian brethren, the Orthodox churches of the East.
Assuming that such a modern Crusade would meet with the success (unfortunately, temporary) of the one that wrested away control of the Holy Land from Muslim invaders in 1099, Belloc advised that we confiscate our defeated foes’ weapons, reopen all formerly closed Christian places of worship, and rebuild the demolished churches, financing the reconstruction with money from the oil-rich Muslim countries (such as Saudi Arabia and others) that have armed the jihadists.
Of course, Muslims in these territories should be allowed freedom of worship, but their (rebuilt) mosques should be open for all to see and hear the proceedings to prevent any secret incitement to violence against Christians or other peaceful religions or sects in the Middle East.
Before taking leave, Belloc emphasized that, given the sad state of Christianity in the West, only the measures mentioned above would have any chance of holding back the forces of Islam from conquering all of Europe and the Americas.
St. George, pray for us! As my good friend Hilaire reminded me in my sleep, to keep the peace, prepare for war.
Why was my friend Hilaire so prescient in seeing the revival of militant Islam? Perhaps in part because he witnessed two unnecessary World Wars, in the course of which he lost two sons and a multitude of friends. In addition, he foresaw both in England and in the United States the decline of Christianity and its morality, with the resulting journey along the Road to Serfdom.
So when others did not, he foresaw the ominous resurrection of militant Islam, now armed with deadly weapons of destruction; he also perceived, perhaps correctly, the West’s weakness and corruption. Now that we are no longer worshipping the triune God of Christianity, our civilization is ripe to worship the false god of Mohammed.
Newly Blessed Pope Paul VI once famously said, “No more war! Never again war! If you wish to be brothers, drop your weapons.” But as Hilaire admonished me in the dream, make sure they drop theirs first.

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O problema de hoje é que os muçulmanos, por vezes terroristas, moram em terras cristãs. A maioria dos muçulmanos é pacífica e se adaptou ao ocidente. Mas o avanço do Islã hoje em terras cristãs é tão forte que há muitas cidades européias com mais mesquitas que igrejas cristãs.

Há bairros europeus em que a lei é a sharia. Belloc previu isso. Mas os Cruzados, não.

Qualquer cruzada hoje teria que começar necessariamente  em casa. Primeiro cristianizando de novo o mundo dito cristão.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Manipulação do Vaticano para Destruir a Doutrina Católica?


Ando lendo sobre a continuação do sínodo da família que ocorrerá em 2015. O Vaticano soltou o tal lineamenta, que decreve o modo que seguirá o sínodo. O problema é que o lineamenta manteve parágrafos que não foram aprovados pelos bispos durante o sínodo deste ano! Isto mesmo, o Papa Francisco insiste em questões negadas pelos bispos. Estes parágrafos tratam de homossexualidade e comunhão para divorciados.

Ora, a base de toda a Doutrina Social da Igreja é o casamento! Como bem esclareceu Dr. Jeff Mirus. A família é a base cristã, e, em termos seculares, é a base de um país, o estado da família determina o futuro do país. Dr. Jeff Mirus recomendou um livro chamado Reclaiming Catholic Social Doctrine do Dr. Anthony Esolen

E a base da Igreja Católica é a Eucaristia!!!!

Abertura para comunhão de divorciados que se casaram de novo ou exaltação da homossexualidade vão no sentido de destruir o principal sacramento da Igreja e enfraquecer a ideia de casamento. O casamento se torna apenas uma cerimônia que pode ser feita por um casal heterossexual, homossexual, ou mesmo em poligamia e até quem sabem com animais (bestialidade). Como dizia o Papa Paulo VI, o diabo só precisa de uma fresta, e o sínodo está abrindo a porteira.

O Padre John Zuhlsdorf  acusou o Vaticano (Papa Francisco) de manipulação do sínodo.

E Sandro Magister colocou a opinião do Cardeal Velasio de Paolis, que alertou que o sínodo está mexendo sem pudor na Doutrina Católica milenar e oferecendo sacrilégios que podem destruir o próprio sentido da Eucaristia.

O Papa Francisco gosta de falar que os conservadores "têm medo" das novidades, que deviam ser mais abertos. Apesar de dizer que não deseja mudar a Doutrina. 

Quem lendo as palavras ditas pelo Papa Francisco ou vendo ele falar confia no que ele diz? 

Ele fala sempre com um sorriso no rosto, como quem domina (manipula?) a situação. Perdão, Papa Francisco, mas o Vossa Santidade não me deixa nenhum um pouco seguro. Se fosse um político, o Sr. já teria perdido meu apoio há muito tempo.

Eu me defino como Católico (não preciso do termo conservador, sou apenas Católico). E eu tenho realmente muito medo mesmo de hereges. O impacto deles é terrível. 


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Três Vídeos: Aprenda a Linguagem do Esquerdismo


O sensacional escritor e roteirista de cinema, além de comediante, Andrew Klavan, do site Truth Revolt, explica a linguagem da esquerda. Vale para os esquerdistas de qualquer país, mas o contexto é os Estados Unidos, onde a rede de televisão Fox News e Rush Limbaugh (comentarista político) são vistos pela esquerda como demônios (mesmo sendo a esquerda ateia). Poderia ser a TV Globo (ou a Revista Veja) e o jornalista Merval Pereira (ou Augusto Nunes) para o caso do Brasil.

Aqui vão três vídeos de Klavan explicando a linguagem da esquerda. Pena que não tenho tempo para traduzí-los.

A primeira característica do esquerdismo, especialmente quando discutem casamento gay e mudança climática, é dizer que o debate acabou, não tem jeito, cristãos e cientistas deveriam silenciar. E a esquerda quer punir quem discorda dela. O pior é que o próprio Papa Francisco caiu na lógica esquerdista, até quando o assunto é mudança climática.




E se você discorda da esquerda, você é racista ou fanático religioso. A esquerda não debate, ela condena o adversário.




O que os bonzinhos da esquerda, socialistas ou "progressistas, querem é mais poder. E quando falam em "diplomacia inteligente" (smart diplomacy) deixam um rastro de morte e destruição.






quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Estado Islâmico quer vender Corpo de Decapitado para Família por US$ 1 milhão.


O grupo terrorista Estado Islâmico (também chamado ISIS) quer vender o corpo decapitado do jornalista James Foley para a família por 1 milhão de dólares. E o grupo chama isso de "questão humanitária".

A Bloomberg divulgou hoje  que o Estado Islâmico está tendo muita dificuldade para administrar as cidades que ele conquistou. A inflação e a fome devastam as cidades.

Será por isso que eles estão usando corpos decapitados como commodities?

Enquanto isso, o mundo vai se acostumando com decapitações.

Meu Deus do céu.

No discurso para apoiar as Primeiras Cruzada o papa Urbano II falou no Concílio de Clermont das atrocidades cometidas pelos muçulmanos contra cristãos, mulheres e crianças. O discurso dele hoje em dia seria idêntico para falar do ISIS.

Mas o mundo cristão é bem menos cristão nos dias de hoje.


(Agradeço a informação da venda do corpo de Foley ao site Drudge Report)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

"Torturamos mas Salvamos Milhares de Vidas" - CIA Responde Acusações


Eu gosto de ler sobre guerras, tenho inúmeros livros aqui em casa sobre o assunto. Estudo especialmente a teoria da guerra justa católica.

O que não se pode fazer contra o inimigo em uma guerra? É a análise ius in bello (lei durante a guerra). A resposta certamente vai depender de quem é o inimigo. Será que ele compartilha valores que chegam a ponto de parar a guerra por conta de um festejo comum, como foi o Natal de 1914 entre os soldados ingleses e alemães? Depende do que deseja o inimigo. Ele quer território, se vingar de um ataque, ou ele quer a total destruição do oponente?

Agora o senado americano, dominado pelo partido Democrata, que foi derrotado nas últimas eleições, resolveu soltar um relatório contra a CIA, sobre as torturas que a CIA fez contra os terroristas ligados aos ataques do 11 de setembro.

O mundo inteiro reverbera este relatório hoje. Mas a CIA, por meio dos seus próprios agentes, respondeu ao relatório no jornal Wall Street Journal.

Como o texto do jornal está aberto ao público, coisa rara no Wall Street Journal, aqui vai a resposta da CIA ao Relatório do senado.

A resposta da CIA deve ser levada em consideração por todos que estudam o assunto.

Não vou traduzir, pois isto sem tempo no momento.

Ex-CIA Directors: Interrogations Saved Lives

The Senate Intelligence investigators never spoke to us—the leaders of the agency whose policies they are now assailing for partisan reasons.


he Senate Intelligence Committee has released its majority report on Central Intelligence Agency detention and interrogation in the wake of 9/11. The following response is from former CIA Directors George J. Tenet, Porter J. Goss and Michael V. Hayden (a retired Air Force general), and former CIA Deputy Directors John E. McLaughlin, Albert M. Calland (a retired Navy vice admiral) and Stephen R. Kappes :

The Senate Intelligence Committee’s report on Central Intelligence Agency detention and interrogation of terrorists, prepared only by the Democratic majority staff, is a missed opportunity to deliver a serious and balanced study of an important public policy question. The committee has given us instead a one-sided study marred by errors of fact and interpretation—essentially a poorly done and partisan attack on the agency that has done the most to protect America after the 9/11 attacks.

Examining how the CIA handled these matters is an important subject of continuing relevance to a nation still at war. In no way would we claim that we did everything perfectly, especially in the emergency and often-chaotic circumstances we confronted in the immediate aftermath of 9/11. As in all wars, there were undoubtedly things in our program that should not have happened. When we learned of them, we reported such instances to the CIA inspector general or the Justice Department and sought to take corrective action.

The country and the CIA would have benefited from a more balanced study of these programs and a corresponding set of recommendations. The committee’s report is not that study. It offers not a single recommendation.

Our view on this is shared by the CIA and the Senate Intelligence Committee’s Republican minority, both of which are releasing rebuttals to the majority’s report. Both critiques are clear-eyed, fact-based assessments that challenge the majority’s contentions in a nonpartisan way.
What is wrong with the committee’s report?
• It led to the capture of senior al Qaeda operatives, thereby removing them from the battlefield.First, its claim that the CIA’s interrogation program was ineffective in producing intelligence that helped us disrupt, capture, or kill terrorists is just not accurate. The program was invaluable in three critical ways:
• It led to the disruption of terrorist plots and prevented mass casualty attacks, saving American and Allied lives.
• It added enormously to what we knew about al Qaeda as an organization and therefore informed our approaches on how best to attack, thwart and degrade it.

A powerful example of the interrogation program’s importance is the information obtained from Abu Zubaydah, a senior al Qaeda operative, and from Khalid Sheikh Muhammed, known as KSM, the 9/11 mastermind. We are convinced that both would not have talked absent the interrogation program.

Information provided by Zubaydah through the interrogation program led to the capture in 2002 of KSM associate and post-9/11 plotter Ramzi Bin al-Shibh. Information from both Zubaydah and al-Shibh led us to KSM. KSM then led us to Riduan Isamuddin, aka Hambali, East Asia’s chief al Qaeda ally and the perpetrator of the 2002 Bali bombing in Indonesia—in which more than 200 people perished.

The removal of these senior al Qaeda operatives saved thousands of lives because it ended their plotting. KSM, alone, was working on multiple plots when he was captured.

Here’s an example of how the interrogation program actually worked to disrupt terrorist plotting. Without revealing to KSM that Hambali had been captured, we asked him who might take over in the event that Hambali was no longer around. KSM pointed to Hambali’s brother Rusman Gunawan. We then found Gunawan, and information from him resulted in the takedown of a 17-member Southeast Asian cell that Gunawan had recruited for a “second wave,” 9/11-style attack on the U.S. West Coast, in all likelihood using aircraft again to attack buildings. Had that attack occurred, the nightmare of 9/11 would have been repeated.

Once they had become compliant due to the interrogation program, both Abu Zubaydah and KSM turned out to be invaluable sources on the al Qaeda organization. We went back to them multiple times to gain insight into the group. More than one quarter of the nearly 1,700 footnotes in the highly regarded 9/11 Commission Report in 2004 and a significant share of the intelligence in the 2007 National Intelligence Estimate on al Qaeda came from detainees in the program, in particular Zubaydah and KSM.

The majority on the Senate Intelligence Committee further claims that the takedown of bin Laden was not facilitated by information from the interrogation program. They are wrong. There is no doubt that information provided by the totality of detainees in CIA custody, those who were subjected to interrogation and those who were not, was essential to bringing bin Laden to justice. The CIA never would have focused on the individual who turned out to be bin Laden’s personal courier without the detention and interrogation program.

Specifically, information developed in the interrogation program piqued the CIA’s interest in the courier, placing him at the top of the list of leads to bin Laden. A detainee subjected to interrogation provided the most specific information on the courier. Additionally, KSM and Abu Faraj al-Libi—both subjected to interrogation—lied about the courier at a time when both were providing honest answers to a large number of other critical questions. Since other detainees had already linked the courier to KSM and Abu Faraj, their dissembling about him had great significance.

So the bottom line is this: The interrogation program formed an essential part of the foundation from which the CIA and the U.S. military mounted the bin Laden operation.

The second significant problem with the Senate Intelligence Committee’s report is its claim that the CIA routinely went beyond the interrogation techniques as authorized by the Justice Department. That claim is wrong.

President Obama ’s attorney general, Eric Holder , directed an experienced prosecutor, John Durham, to investigate the interrogation program in 2009. Mr. Durham examined whether any unauthorized techniques were used by CIA interrogators, and if so, whether such techniques could constitute violations of U.S. criminal statutes. In a press release, the attorney general said that Mr. Durham “examined any possible CIA involvement with the interrogation and detention of 101 detainees who were alleged to have been in U.S. custody” after the terrorist attacks of Sept. 11, 2001. The investigation was concluded in August 2012. It was professional and exhaustive and it determined that no prosecutable offenses were committed.

Third, the report’s argument that the CIA misled the Justice Department, the White House, Congress, and the American people is also flat-out wrong. Much of the report’s reasoning for this claim rests on its argument that the interrogation program should not have been called effective, an argument that does not stand up to the facts.

Fourth, the majority left out something critical to understanding the program: context.
The detention and interrogation program was formulated in the aftermath of the murders of close to 3,000 people on 9/11. This was a time when:
• We had evidence that al Qaeda was planning a second wave of attacks on the U.S.
• We had certain knowledge that bin Laden had met with Pakistani nuclear scientists and wanted nuclear weapons.
• We had reports that nuclear weapons were being smuggled into New York City.
• We had hard evidence that al Qaeda was trying to manufacture anthrax.

It felt like the classic “ticking time bomb” scenario—every single day.

In this atmosphere, time was of the essence and the CIA felt a deep responsibility to ensure that an attack like 9/11 would never happen again. We designed the detention and interrogation programs at a time when “relationship building” was not working with brutal killers who did not hesitate to behead innocents. These detainees had received highly effective counter-interrogation training while in al Qaeda training camps. And yet it was clear they possessed information that could disrupt plots and save American lives.

The Senate committee’s report says that the CIA at that point had little experience or expertise in capture, detention or interrogation of terrorists. We agree. But we were charged by the president with doing these things in emergency circumstances—at a time when there was no respite from threat and no luxury of time to act. Our hope is that no one ever has to face such circumstances again.
The Senate committee’s report ignores this context.

The committee also failed to make clear that the CIA was not acting alone in carrying out the interrogation program. Throughout the process, there was extensive consultation with the national security adviser, deputy national security adviser, White House counsel, and the Justice Department.
The president approved the program. The attorney general deemed it legal.

The CIA went to the attorney general for legal rulings four times—and the agency stopped the program twice to ensure that the Justice Department still saw it as consistent with U.S. policy, law and our treaty obligations. The CIA sought guidance and reaffirmation of the program from senior administration policy makers at least four times.

We relied on their policy and legal judgments. We deceived no one.

The CIA reported any allegations of abuse to the Senate-confirmed inspector general and the Justice Department. CIA senior leadership forwarded nearly 20 cases to the Justice Department, and career Justice officials decided that only one of these cases—unrelated to the formal interrogation program—merited prosecution. That person received a prison term.

The CIA briefed Congress approximately 30 times. Initially, at presidential direction the briefings were restricted to the so-called Gang of Eight of top congressional leaders—a limitation permitted under covert-action laws. The briefings were detailed and graphic and drew reactions that ranged from approval to no objection. The briefings held nothing back.

Congress’s view in those days was very different from today. In a briefing to the Senate Intelligence Committee after the capture of KSM in 2003, committee members made clear that they wanted the CIA to be extremely aggressive in learning what KSM knew about additional plots. One senator leaned forward and forcefully asked: “Do you have all the authorities you need to do what you need to do?”

In September 2006, at the strong urging of the CIA, the administration decided to brief full committee and staff directors on the interrogation program. As part of this, the CIA sought to enter into a serious dialogue with the oversight committees, hoping to build a consensus on a way forward acceptable to the committee majority and minority and to the congressional and executive branches. The committees missed a chance to help shape the program—they couldn’t reach a consensus. The executive branch was left to proceed alone, merely keeping the committees informed.

How did the committee report get these things so wrong? Astonishingly, the staff avoided interviewing any of us who had been involved in establishing or running the program, the first time a supposedly comprehensive Senate Select Committee on Intelligence study has been carried out in this way.

The excuse given by majority senators is that CIA officers were under investigation by the Justice Department and therefore could not be made available. This is nonsense. The investigations referred to were completed in 2011 and 2012 and applied only to certain officers. They never applied to six former CIA directors and deputy directors, all of whom could have added firsthand truth to the study. Yet a press account indicates that the committee staff did see fit to interview at least one attorney for a terrorist at Guantanamo Bay.

We can only conclude that the committee members or staff did not want to risk having to deal with data that did not fit their construct. Which is another reason why the study is so flawed. What went on in preparing the report is clear: The staff picked up the signal at the outset that this study was to have a certain outcome, especially with respect to the question of whether the interrogation program produced intelligence that helped stop terrorists. The staff members then “cherry picked” their way through six million pages of documents, ignoring some data and highlighting others, to construct their argument against the program’s effectiveness.

In the intelligence profession, that is called politicization.
As lamentable as the inaccuracies of the majority document are—and the impact they will have on the public’s understanding of the program—some consequences are alarming:
• Many CIA officers will be concerned that being involved in legally approved sensitive actions can open them to politically driven scrutiny and censure from a future administration.
• Foreign intelligence partners will have even less confidence that Washington, already hemorrhaging with leaks, will be able to protect their cooperation from public scrutiny. They will cooperate less with the United States.
• Terrorists, having acquired now the largest haven (in the Middle East and North Africa) and string of successes they have had in a decade, will have yet another valuable recruitment tool.

All of this means more danger for the American people and for our allies.

Anyone who has led a U.S. intelligence agency supports strong congressional oversight. It is essential as a check on leadership judgment in a profession that deals constantly with uncertainty, crises and the potential for surprise. We have all experienced and benefited from that in our careers, including at times when the judgment of overseers was critical.

When oversight works well, it is balanced, constructively critical and discreet—and offers sound recommendations. The Senate Intelligence Committee’s report is disrespectful of that standard.
It’s fair to ask whether the interrogation program was the right policy, but the committee never takes on this toughest of questions.

On that important issue it is important to know that the dilemma CIA officers struggled with in the aftermath of 9/11 was one that would cause discomfort for those enamored of today’s easy simplicities: Faced with post-9/11 circumstances, CIA officers knew that many would later question their decisions—as we now see—but they also believed that they would be morally culpable for the deaths of fellow citizens if they failed to gain information that could stop the next attacks.

Between 1998 and 2001, the al Qaeda leadership in South Asia attacked two U.S. embassies in East Africa, a U.S. warship in the port of Aden, Yemen, and the American homeland—the most deadly single foreign attack on the U.S. in the country’s history. The al Qaeda leadership has not managed another attack on the homeland in the 13 years since, despite a strong desire to do so. The CIA’s aggressive counterterrorism policies and programs are responsible for that success.

Related documents are available at ciasavedlives.com.