quinta-feira, 31 de julho de 2014

Jornalista Italiano diz que foi o Hamas que Atacou escola da ONU

Bom, lá vamos nós. É a guerra de propaganda extrema que envolve todo conflito entre Israel e palestinos. Como os jornais só costumam falar e defender um lado, os palestinos, eu me preocupo em ler o outro lado.

Li na semana que encontraram armamentos do Hamas escondidos em três escolas da ONU durante este conflito. A ONU reconheceu o problema, mas você ouviu falar disso nos jornais brasileiros?

Hoje, fala-se de morte de crianças em uma escola da ONU. Israel disse que foi uma tragédia e que vai investigar.

E agora leio que possivelmente quem matou as crianças foram os próprios palestinos, segundo um jornalista italiano (imagem acima). 

Bom, todo mundo que conhece o conflito sabe que vários mísseis do Hamas acabam atingindo os próprios moradores da Faixa de Gaza, não seria estranho se foi o próprio Hamas.

Além disso, todo mundo sabe como é difícil fazer qualquer reportagem da Faixa de Gaza. Pode-se morrer se o jornalista falar mal do Hamas. Preste atenção nos jornalistas brasileiros, eles sempre falam do lado israelense, e, em geral, falam mal de Israel.

O jornalista italiano só revelou fato depois de sair de Gaza.

O jornal de Israel que descreve a revelação do jornalista italiano diz (traduzo em azul):

Durante os 23 dias da guerra um punhado de jornalistas desafiaram, propositadamente ou inadvertidamente, as restrições do Hamas em relatórios com informação negativa de Gaza - só para recuar logo depois. 

Dois casos em particular, foram destacados esta semana. Em um deles, Nick Casey do jornal Wall Street Journal informou por tweeter sobre o uso da liderança do Hamas de um Hospital na Faixa de Gaza como  centro de comando, derramando mais luz sobre o uso do grupo de escudos humanos. Hamas reagiu furiosamente, e uma conta no Twitter do Hamas colocou o jornalista na lista negra dele como um jornalista, "Que mente para Israel" - uma acusação potencialmente mortal para qualquer um em Gaza, e muito menos um estrangeiro. Pouco tempo depois, o tweet foi prontamente removido por Casey.

No segundo caso, um outro jornalista do WSJ tweetou evidências de um foguete do Hamas teria atingido um hospital de Gaza. Mais uma vez, pouco depois de tweeitar isso, no entanto, ele retirou a informação.

---
Bom. será que sairá nos jornais brasileiros? Como dizem os amercianos, don't hold your breath.


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Em Defesa do Casamento: 5 Cardeais contra Cardeal Kasper

O padre John Zulhlsdorf recomendou de forma tão veemente este livro que fui compelido a citá-lo aqui no blog. O padre quer todos comprem urgentemente este livro e divulguem-no em vista do debate que vai começar na Igreja sobre o casamento. O livro, editado por Robert Dodaro,  vai sair apenas em outubro, mas já pode ser encomendado na Amazon.

O livro é escrito por 5 cardeais e mais 4 especialistas e trata da doutrina do casamento combatendo a tese do cardeal Kasper que deseja uma prática "mais pastoral" para a Igreja, misturando "fidelidade a Doutrina da Igreja com misericórdia". Em suma, Kasper quer que a Igreja aceite mais o divórcio.

Vou traduzir aqui o que relata o padre Zuhlsdorf (em azul).

Neste volume, cinco cardeais da Igreja, e quatro outros estudiosos, respondem ao apelo lançado pelo cardeal Walter Kasper para a Igreja harmonizar "fidelidade e misericórdia em sua prática pastoral com pessoas divorciadas que casaram novamente no civil". 

Começando com uma introdução concisa, a primeira parte do livro é dedicado aos textos bíblicos primários referentes ao divórcio e ao novo casamento, e a segunda parte é uma análise do ensino e da prática comum na Igreja primitiva. Em nenhum desses casos, bíblico ou patrístico, esses estudiosos encontram apoio para o tipo de "tolerância" de casamentos civis após o divórcio defendida pelo cardeal Kasper. Este livro também examina a prática Ortodoxa Oriental de oikonomia (entendida como "misericórdia", implicando "tolerância"), em caso de novo casamento após o divórcio, e no contexto da questão polémica da comunhão eucarística. Ele traça séculos de longa história de resistência católica a esta convenção, revelando sérias dificuldades teológicas e canônicas inerente a prática do passado e atual Igreja Ortodoxa. 

Assim, na segunda parte do livro, os autores argumentam a favor da manutenção da lógica teológica e canônica para a conexão intrínseca entre a doutrina católica tradicional e disciplina em relação ao casamento sacramental e à comunhão. 

Os vários estudos neste livro levam à conclusão de que a fidelidade de longa data da Igreja com a verdade do matrimônio constitui o fundamento irrevogável da sua resposta amável e misericordiosa para as pessoas que são civilmente divorciadas e novamente casados​​. O livro, portanto, desafia a premissa de que a doutrina católica tradicional e prática pastoral contemporânea estão em contradição. [Lembre-se: os esquerdistas nos dirão que defendem a tradição que estamos conduzindo uma guerra em misericórdia.] 

"Porque é a tarefa do ministério apostólico asseguram a permanência da Igreja na verdade de Cristo e introduzi-la sempre mais profundamente, os pastores devem promover o sentido da fé em todos os fiéis, examinar e julgar com autoridade os fiéis e educar os fiéis em um discernimento evangélico cada vez mais maduro. "

--

Outro dia, algum site, que não lembro mais, me indicou um texto de padres dominicanos sobre o mesmo tema. Eu não lembro do site, mas guardei o link do artigo. Para lê-lo, cliquem aqui.

Bom, comprem o livro. Todos deveriam ler, inclusive o Papa Francisco.


(Agradeço a indicação do livro ao site Big Pulpit)

terça-feira, 29 de julho de 2014

Melhor Falar desta Camisa do que da nova Entrevista do Papa


A camisa acima está a venda no site UCatholic, ela traz o símbolo de cristãos usado pelos terroristas islâmicos que estão na Síria e no Iraque. Usar a camisa é uma forma de aceitar e dizer: somos mesmos cristãos, vivemos por Cristo!

O símbolo representa a letra N de Nasara (Nazarenos, como os islâmicos conhecem os cristãos)

Eu já comprei duas para mim, o site diz que a venda das camisas vai ajudar os cristãos do Oriente Médio. Não tenho certeza se o dinheiro chegará a eles, mas quero usar com orgulho esta camisa.  O site Big Pulpit diz que em apenas um dia se arrecadou 3 mil dólares com a venda das camisas, que custam 20 dólares (para o Brasil, o frete encarece bem o produto)

Aliás, pergunto-me se eu usaria esta camisa se estivesse na Europa. Não precisa estar no Oriente Médio mais para sofrer represálias de muçulmanos por usar símbolos cristãos. No dia que um muçulmano decapitou um soldado inglês em plena Londres em plena luz do dia, eu estava em Londres e usava uma blusa que estava escrito Catholic.

Se você caminhar com esta blusa do símbolo cristão N nas ruas de Londres certamente passará por muito muçulmanos. Acontecerá o mesmo em Paris, Bruxelas, Berlim, Roma, Madri...

Nos Estados Unidos, ainda há poucos muçulmanos comparado com a Europa e há ainda menos no Brasil. Então é mais tranquilo, mas de qualquer forma, é perigoso.

Bom, preferi falar desta minha compra do que da nova entrevista do Papa Francisco em que ele diz coisas do senso comum, que você encontra na Revista Caras (como pais têm brincar com os filhos e  é bom para os jovens terem emprego), e também coisas assustadoras como "a pior coisa é proselitismo religioso, que paraliza". Isto é, atenção, missionários cristão! o Papa não gosta do trabalho de vocês. 

Será que vai aparecer alguém para defender esta frase do Papa Francisco? O que teria acontecido com o Brasil se os jesuítas não tivessem feito proselitismo religioso e esperassem apenas que os índios e negros descobrissem por si só o que é a Igreja e achassem legal e decidissem entrar? O Papa não quer ensinar que a Igreja Católica é a verdadeira Igreja de Cristo. Pior, acho que ele não acredita nisso.

Meu Deus do céu. Marana tha!


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Eixo Islã/Comunismo: Hamas e Coréia do Norte


Em uma reportagem exclusiva, o jornal The Telegraph denunciou que o Hamas tem negociado mísseis e material de comunicação com a Coréia do Norte.

Diz o jornal:

Usando intermediários com base no Líbano, autoridades do Hamas intensificaram os seus esforços para assinar um novo acordo com Pyongyang para fornecer centenas de mísseis em conjunto com o equipamento de comunicações que irão melhorar a capacidade dos combatentes do Hamas para coordenar as operações contra as forças israelenses. 

À semelhança de outros grupos terroristas islâmicos na região, como o Hezbollah, o Hamas tem estreitado relações com a Coreia do Norte, que está empenhada em apoiar os grupos que se opõem aos interesses ocidentais na região

A relação entre o Hamas e a Coréia do Norte tornou-se pública em 2009, quando 35 toneladas de armas, incluindo mísseis superfície-superfície e lança-granadas, foram apreendidos após um avião de carga que transporta o equipamento foi forçado a fazer um pouso de emergência no aeroporto de Bangkok.

Posteriormente, investigadores confirmaram que as armas eram destinadas para o Irã, que, em seguida, planejavam contrabandeá-las para o Hezbollah no Líbano e o Hamas em Gaza. 

Na sequência da última ofensiva militar de Israel contra o Hamas, os oficiais de segurança ocidentais dizem que o Hamas está agora a tentando persuadir a Coreia do Norte a fornecer novos suprimentos de foguetes para substituir os milhares de mísseis que foram disparados contra Israel desde o início das hostilidades, há duas semanas.

Comandantes militares israelenses acreditam que especialistas norte-coreanos têm dado conselhos ao Hamas na construção da extensa rede de túneis em Gaza, que permitiriam que os guerrilheiros movessem armas sem detecção por drones israelenses, que mantêm uma operação de monitoramento constante sobre Gaza. 

Os norte-coreanos têm a rede mais sofisticada do mundo de túneis que funcionam abaixo da zona desmilitarizada com a Coréia do Sul, e os comandantes israelenses acreditam que o Hamas usou este conhecimento para melhorar a sua própria rede de túneis. 

O arsenal do Hamas tornou-se cada vez maior sofisticado, com ajuda externa e agora possui cinco variantes de foguetes e mísseis. Sua arma básica é o foguete Qassam iraniano-projetado com uma distância de menos de 10 milhas, mas também tem um grande estoque dos Katyushas 122 milímetros que possuem um alcance de até 30 milhas. 

A introdução do M- e do M0302 sírio 75 significa que o Hamas tem mísseis de alcance de 100 milhas e como muito maior impacto explosivo. 

Desde que o conflito de oito dias de 2012, o Hamas aumentou o tamanho e a força de seu arsenal de foguetes. A inteligência militar israelense calcula o estoque em torno de 10.000 foguetes e morteiros, incluindo mísseis de longo alcance capazes de atingir Jerusalém, Tel Aviv e da cidade portuária de Haifa.

---
Ontem, eu coloquei dois vídeos no meu outro blog (Bloco 11, Cela 18) em que em um deles Benjamin Netanyahu fala, entre muitas outras coisas, da tentativa de Israel de impedir que materiais de construção de outros países cheguem a Gaza, com receio de que sejam construídos túneis que podem permitir a entrada de terroristas em Israel.

Agora, por que comunistas (ateus) negociam com uma ideologia que prega submissão total a Deus? Obviamente, eles têm muito pouco em comum, além do ódio ao Ocidente. É claro que, em um eventual vitória deles, eles se matariam.


sábado, 26 de julho de 2014

Patriarca Cristão do Iraque pede Socorro a ONU. O que a ONU pode fazer?


O Patriarca da Igreja Caldeia (Igreja ligada a Igreja Católica) no Iraque, Louis Raphael Sako, diante dos ataques terroristas aos cristãos, escreveu para o secretário da ONU Ban Ki-moon.

O site Rome Reports fez um vídeo sobre esta carta e explicou o conteúdo. Traduzo o que disse o Rome Reports em azul e coloco aqui a carta original de Sako





Louis Sako escreveu ao secretário-geral da ONU, Ban Ki moon, pedindo ajuda e proteção das Nações Unidas. 

O texto, publicado on-line na Rádio Vaticano, agradeceu ao Conselho de Segurança pela resolução condenando a repressão brutal por militantes terroristas do ISIS. 

Nele, o Patriarca disse que os cristãos iraquianos "sofrem uma parcela desproporcional de dificuldades." Ele também se referiu à perseguição dessas comunidades antigas como limpeza étnica. 

O Patriarca Sako disse que a resolução não era suficiente. Ele pediu que a ONU pressionar o governo iraquiano para proteger todas as minorias, bem como para acelerar a distribuição do da ajuda humanitária. Ele acrescentou que é esse processo pode levar até mais de um ano, dada a situação atual. 

Esta carta termina com um pedido à ONU para chegar a formas de "proteger e preservar nossa herança cristã, saqueadas e queimadas pelos militantes." 

Ele publicou a declaração em nome de todos cristãos de Mosul de todas as denominações. Na declaração, os prelados repetiram o apelo do Patriarca para proteção do Governo, e apoio financeiro. 

Mas a declaração de líderes cristãos em Mosul também pediram indenização de propriedades danificadas, como igrejas e mosteiros. Eles também pediram aos iraquianos e o mundo para impedir que os militantes destruíssem os locais de adoração cristãos.

---
Bom, o que a ONU pode fazer?

Não muito, não tem força militar e é dominada pelo anti-americanismo e pelo anti-cristianismo.

E a ONU tem pavor de reconhecer quem pode ajudar de maneira decisiva: Estados Unidos. E os Estados Unidos estão na mão do pior presidente da história e que costuma dar as costas para os cristãos em seu próprio país.

E o Papa Francisco, o que ele pode fazer? Bom, poderia ler a carta de Sako em público.

Rezemos pelos cristãos iraquianos.
---

Abaixo vai este texto histórico de Sako para Ban Ki-moon:
His Excellency,

I am writing to you about the current situation in Iraq and the Middle East, which is of big concern to me and I know it is for you and the United Nations.  Let me also take this opportunity to thank you and the United Nations Security Council on the issued statement of condemnation against ISIS.  The instability in Iraq threatens the entire region.  Diplomatic pressure is sought to address the  growing instability in the Middle East. The instability in the region is worrisome because of the increasing attacks mounted on Christians and minorities.

We, as the Christian community, appeals to the United Nations to put political pressure on the international community, the Security Council cannot stand by and be a witness to the ongoing atrocities committed against Christians. We were happy when your statement acknowledged that the crimes committed against Christians constitute crimes against humanity, we therefore urge  you to put pressure on all to respect human rights.

Excellency, we Christians are peace-loving citizens  caught up in the middle of a clash between Sunnis and Shiites, as well as attacks from Military groups. Our community has suffered a disproportionate share of hardship caused by sectarian conflicts, terrorist attacks, migration and now even ethnic cleansing: the militants want to wipe out the Christian community.

We appeal urgently to the United Nations to pressure the Iraqi government and put into practice every effort to protect the ethnic and religious minorities. The new government, once established, should engage in the protection of minorities and the fight against extremism.

We urge the United Nations to accelerate humanitarian assistance, ensuring that aid reaches those communities and those vulnerable groups who are in need of urgent help. In view of the current situation, this need for assistance might take longer than a year. The displaced Christian community needs water, medicines and basic services.

We urge the United Nations to develop a plan or strategy to protect and preserve our heritage, looted and burned by the militants. They continue to burn churches and ancient monasteries. The old churches and monasteries will be difficult to rebuild.

+ Louis Raphael Sako

Patriarch of the Chaldean Catholic Church


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Vídeo: Hamas ataca Israel de dentro de Hospital. A Guerra "Desproporcional"


A guerra entre Israel e Palestina gera sempre uma guerra de propaganda. A mídia internacional e os acadêmicos em geral defendem os palestinos e sempre usam os mesmo argumentos: Israel ataca de forma desproporcional. O que é uma bobagem, pois os países devem usar de todos os meios que têm a disposição para proteger seus cidadãos. E se Israel lançasse os foguetes contra a Faixa de Gaza como o Hamas faz contra Israel, mesmo quando não estão em guerra, Israel também seria condenado pois o Hamas não tem anti-misseis a disposição.

Além disso, eu costumo dizer que há também uma desproporcionalidade ideológica. A guerra não pode ser vencida com armas apenas. Há uma grande diferença entre o Islã e o judaísmo. Enquanto não foi entendida esta diferença não se pode determinar quem tem razão. A ideologia islâmica despreza e pede a morte de judeus. Isto é determinado no Alcorão e na vida de Maomé. Além disso, o valor da vida humana é completamente diferente entre judeus e muçulmanos. 

Abaixo, vejam o vídeo em que o exército israelense está sendo atacado por homens que atiram de dentro de um hospital. Antes de atacar o hospital, Israel pede diversas confirmações de que o hospital está vazio e que não tem nenhum paciente, daí ataca o hospital.





Há outros vídeos na internet de homens no Hamas entrando em ambulâncias da ONU, etc.

É a guerra da propaganda. A razão de um conflito deve ser buscada na influência ideológica e não no número de mortes. O Brasil se juntou ao Uruguai e a Argentina para atacar o Paraguai. Foi uma guerra desproporcional, mas foi o Paraguai quem pediu a guerra ao invadir terras brasileiras.

Israel é um país cercado de inimigos e tem outros tantos inimigos mundo afora, como até o Brasil se mostrou recentemente ao atacar Israel em Nota do Itamaraty e convocar seu embaixador.

Imaginem viver em um país em que todas suas fronteiras têm inimigos. Os israelenses sabem disso e apoiam as ações do seu primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Ontem, eu li que Netanyahu tem aprovação de 82% dos israelenses. Por que o Brasil (a mídia e os acadêmicos) não entende o povo israelense?



quinta-feira, 24 de julho de 2014

Você está Frustrado com o Papa Francisco? 10 Razões para Acalmar-se.


O padre Dwight Longenecker por vezes se entristece com o Papa Francisco, eu já falei aqui no blog sobre um desses momentos. Ele parece que anda buscando razões para ficar mais tranquilo durante o atual pontificado.

Recentemente, ele escreveu 10 Coisas para se Lembrar Se o Papa Francisco Frustra Você. Aqui vão elas, comento em seguida.
  1. Papa Francisco é o Papa, ele não vai mudar a Doutrina nem a moral da Igreja, ele não pode mudar e sabe disso, por exemplo, quando declarou que "a porta para ordenação de mulheres está fechada".
  2. Nós católicos fomos abençoados com dois papas extraordinários, muito acima da média, recentemente, Papa João Paulo II e Papa Bento XVI, não deveríamos esperar que viesse mais um. Papa Francisco é diferente, tem outros atributos.
  3. Deus sabe o que está fazendo, e é bom termos a nossa fé desafiada.
  4. Você tem fé em Jesus Cristo ou em papas? 
  5. O Papa Francisco aprecia conversa informais e muitas vezes suas palavras são  distorcidas pela mídia.
  6. A mídia, para vender jornais, escolhe palavras que trazem discórdia.
  7. Lembre o Papa é da Argentina, lá eles tem uma percepção diferente da Igreja, mas à esquerda em matéria de questões econômicas mas também fala da influência do demônio na vida das pessoas.
  8. Você não deve prestar atenção em cada palavra que o Papa Francisco diz, ele não é um oráculo.
  9. A Igreja Católica nunca vai ser 100% do jeito que você deseja, mas ela é a verdade.
  10. Onde mais você iria? Se tornaria protestante? Reze pela Igreja e divulgue o evangelho.

Bom, das 10 razões, gosto mais das descritas nos itens 2, 3, 4 e 10.
Acho as razões 7, 8, 5 e 6, nesta ordem, as mais fracas e facilmente questionadas.
E tenho receio da razão 1, apesar de que na história da Igreja a Doutrina permaneceu, graças ao Espírito Santo, tivemos muitos papas que perturbaram a Doutrina e afastaram os fiéis.

Rezemos pelo Papa Francisco e pela Igreja.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Os Livros Favoritos dos Santos (Livro de Graça).


Saibam quais eram os livros favoritos de santos como Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Santa Teresa D'Avila, Santo Inácio de Loyola, Madre Teresa de Calcutá ou São Francisco de Sales. E também os livros favoritos dos papas Leão XIII, Pio X, João Paulo II, Bento XVI e Francisco.

O escritor, blogueiro e renomado católico americano Brandon Vogt escreveu o livro The Saints' Favorite Books: Read What They Read Become Who They Are (Os Livros Favoritos dos Santos - Leia o que Eles Leram e se Torne o que Eles São).

Um pequeno livro em que em cada página há uma pequena biografia do santo ou papa e um detalhamento do livro favorito de cada um. Mesmo que você não saiba inglês, você vai identificar o
livro favorito de cada um.

Melhor ainda, Brandon resolveu disponibilizar o livro de graça para todos. Cliquem neste link, depois cliquem no nome do livro e coloquem seus nomes e emails para receberem o acesso para download do livro.

No vídeo abaixo, Brandon fala sobre o livro e que resolveu disponibizá-lo de graça.





Eu acompanho Vogt há muito tempo. Ele é garantia de qualidade e extremo amor a Igreja Católica. Ele tem seu próprio blog, além de ter lançado um outro blog muito bom chamado Strange Notions, que disponibiliza textos de grandes autores católicos.

Por vezes, o amor de Vogt pela Igreja atrapalha um pouco, pois ele silencia diante de todos os problemas que a Igreja passa atualmente, mas como eu disse, Vogt é garantia de qualidade.

Pequeno, mas sensacional livro, Vogt mostra a fonte de inspiração de santos e papas. Já estou lendo o livro e já estou interessado nos livros favoritos de Santo Agostinho, Santa Teresa, São João da Cruz, Santo Inácio, Papa Pio X, Papa Pio XI e Papa João Paulo II. Leiam também.